Um pai viveu momentos de indignação ao buscar a filha, uma estudante com transtorno do espectro autista (TEA), em uma escola da rede municipal de Macapá, nesta semana. Ao chegar à instituição no horário de saída, ele encontrou a menina sozinha e dormindo no chão de uma sala de aula, sem a presença de professores ou responsáveis.
Segundo relato de familiares, a criança frequenta regularmente as aulas e necessita de acompanhamento adequado durante o período escolar. A cena encontrada pelo pai levantou preocupação imediata com a segurança e o cuidado oferecido à estudante, além de questionamentos sobre os protocolos de supervisão adotados pela unidade de ensino, especialmente no atendimento a alunos com necessidades educacionais especiais.

A família afirma que a aluna só foi localizada após o encerramento das atividades, o que reforçou a sensação de falha na vigilância dentro do ambiente escolar. O caso repercutiu entre pais e membros da comunidade, que cobram explicações e medidas para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer.
Procurada pela reportagem, a administração municipal ainda não havia se manifestado oficialmente até o fechamento desta matéria. A ausência de posicionamento mantém a expectativa por esclarecimentos sobre o ocorrido e sobre eventuais providências a serem adotadas para garantir a segurança e o bem-estar dos estudantes.
Especialistas em educação inclusiva ressaltam que escolas devem manter acompanhamento contínuo de alunos com TEA, assegurando um ambiente seguro, acolhedor e supervisionado. O episódio reacende o debate sobre a estrutura e a preparação das redes públicas de ensino para atender adequadamente crianças com necessidades específicas.








